Softys lança seu Relatório de Sustentabilidade 2020 com foco na gestão ESG da companhia


Softys lança seu Relatório de Sustentabilidade 2020 com foco na gestão ESG da companhia

Com metas ambiciosas, a Softys pretende reduzir a utilização de água industrial em 40% e ser uma empresa com zero resíduos industriais para aterro até 2025

 

7 de Julho de 2021 – A Softys, líder na América Latina em produtos de higiene e cuidados pessoais, detentora das marcas, Elite, Kitchen, Sublime, Babysec, Ladysoft, Cotidian e Elite Professional, realizou hoje um evento online para o lançamento de seu relatório de sustentabilidade 2020. Com a participação de pessoas de toda a América Latina, o evento mostrou que o documento reporta sobre a sua gestão ESG (Environmental, Social and Governance) durante o ano de 2020, com alcance nos oito países latino-americanos onde opera. Este é o segundo ano consecutivo em que a companhia publica o relatório, estabelecendo um padrão de boas práticas em matéria de sustentabilidade e tornando-o anual. 

 

No evento, Gonzalo Darraidou, Diretor Geral da Softys na América Latina, apresentou o trabalho que a empresa vem fazendo em termos de gestão da ESG e indicou que “apesar de toda a incerteza que 2020 nos trouxe, foi o ano em que decidimos lançar a nossa Estratégia de Sustentabilidade 2023, porque estamos convencidos da importância de um olhar a longo prazo para colocar a sustentabilidade no centro das decisões empresariais”. 

 

O executivo acrescentou que “o relatório é escrito na primeira pessoa, porque durante o ano passado pudemos testemunhar como a nossa agenda de sustentabilidade foi incorporada nas histórias e no trabalho de tantos colaboradores. Sabemos que os objetivos e metas que estabelecemos são ambiciosos, e que isto exige a convicção e o empenho de todos nós na Softys”.

 

O plano da empresa é ter 100% dos seus fornecedores transparentes na sua gestão de ESG através de plataformas de gestão de fornecedores até 2025. Essa meta será alcançada graças à parceria com a Ecovadis, que avaliará os fornecedores da Softys em seu desempenho ambiental, social, ético e da cadeia de fornecimento, a fim de abordar e desenvolver em conjunto a melhoria contínua do abastecimento sustentável e responsável, do início ao fim.

 

Além disso, a Softys espera alcançar até em 2025, 100% da Certificação FSC, o que permitirá aos seus clientes e consumidores identificar e escolher marcas e produtos que apoiam uma gestão florestal responsável e assim evitar o aumento do desflorestamento. 

 

O evento contou com a presença de importantes nomes em sustentabilidade, como Alessandro Carlucci, antigo CEO da Natura Cosmetics e atual presidente do Conselho de Administração da Business for Social Responsibility. Ele abordou a importância das empresas terem um Relatório de Sustentabilidade e a periodicidade que deve ser publicado.  Carlucci destacou também como a pandemia da Covid-19 acelerou certos processos e aumentou a atenção à sustentabilidade, especificamente em questões de diversidade e justiça climática.

 

“Os Relatórios de Sustentabilidade, acima de tudo, são a prova de que existe uma vontade por parte das empresas de serem transparentes e não só de mostrar resultados financeiros, que muitas vezes são exigidos por lei, mas também todos os outros impactos que as empresas geram”, disse Carlucci na sua apresentação.

 

Wim Peeters, Vice-Presidente de Desenvolvimento Empresarial da EcoVadis, e Josué Velásquez, Diretor Executivo do Programa de Gestão da Cadeia de Abastecimento do MIT, falaram sobre a relevância de trabalhar com cadeias de abastecimento sustentáveis, uma vez que estas são as áreas que concentram uma grande parte dos ativos, talentos e recursos.

 

Josué Velásquez afirmo que “No final, as empresas criam operações logísticas e, devido a estas operações logísticas, são criados maiores impactos ambientais no mundo”. Ele acrescentou que “Isto faz parte do desafio e é também a razão pela qual a cadeia de abastecimento se torna bastante relevante, porque compreendê-la, medi-la, controlá-la, planificá-la em conformidade, tem um enorme impacto não só na realização dos objetivos empresariais, mas também nos objetivos de sustentabilidade”.

 

Wim Peeters enfatizou como nos últimos anos a importância das empresas se encarregarem dos processos e da cadeia de abastecimento tem acelerado. No entanto, explicou que “não se trata de encontrar os piores artistas e substituí-los por melhores, trata-se de garantir que todas as partes da cadeia de abastecimento queiram fazer parte desta viagem passo a passo”.

 

Os avanços de ESG da Softys

A estratégia de Sustentabilidade Softys 2020/2023 consiste em 4 pilares: facilitar uma vida melhor para as pessoas, co-construir um ambiente econômico sustentável, capacitar o desenvolvimento das comunidades locais e proteger o lugar comum.

Nestas quatro frentes, a empresa desenvolveu ações e projetos, entre os quais se destacam:

 

Softys Water Challenge 

Durante o ano de 2020, a Softys comprometeu-se a desenvolver as comunidades locais. Assim, lançou Softys Water Challenge, um projeto de investimento social que – em parceria com a Fundação Amulén e o Centro de Inovação da Universidade Católica do Chile – convocou empresários de todo o mundo, a fim de encontrar as melhores soluções inovadoras no campo da água para consumo humano, e assim apoiar as comunidades mais carentes da América Latina. 

A iniciativa recebeu mais de 500 soluções em inovação e premiou as três melhores. Atualmente estão sendo implementadas em quatro comunidades no Chile, Peru e Brasil, onde será aplicado no terceiro trimestre de 2021 o projeto Isla Urbana, na comunidade de Calcária, no município de Caieiras (SP), região onde se encontra uma das fábricas da Softys.

Softys Water Challenge foi recentemente selecionado entre as “Boas Práticas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)” da Nações Unidas, uma instância que procura recompensar os progressos e histórias de sucesso que contribuem para a Agenda 2030 e para os 17 ODS estabelecidos pela organização internacional.

 

Diversidade e Inclusão

A Softys é uma empresa multi-latina, com mais de 10 mil colaboradores. Por este motivo, e de acordo com os objetivos das Empresas CMPC, a companhia está empenhada em aumentar a proporção total de mulheres em 50% até 2025 e aumentar a proporção de mulheres em cargos de gestão em 50% até 2025.

Para alcançar tais objetivos, a empresa trabalha com uma estratégia de Inclusão e Diversidade, que já vem gerando os primeiros resultados. No Brasil, nos últimos dois anos, a Softys vem reforçando a presença de mulheres na empresa. O número de mulheres na organização aumentou em 22% nesse período. Além disso, a participação feminina no comitê executivo da Softys Brasil aumentou de 11% para 27%. Na Softys Equador, 63% do Comitê Executivo já é composto por mulheres, e na Softys Uruguai a empresa já alcançou equidade de gênero na primeira linha executiva. Em termos globais, 22 mulheres foram promovidas a posições de liderança em 2020.

 

Inovação

Em linha com o seu compromisso de cuidar das pessoas, a empresa destacou a sua capacidade – no meio da crise pandêmica – de ser criativa, rápida e flexível, o que foi demonstrado no projeto de máscara. “Graças a isto, durante 2020 investimos na instalação de linhas de fabricação de máscaras em cinco países, o que nos permitiu assegurar o fornecimento local deste importante acessório. E o mais importante: entregar gratuitamente – no pior momento da pandemia – 15 milhões de máscaras aos serviços de saúde”, disse Gonzalo Darraidou durante o evento. 

 

Transformação digital 

A empresa também destacou os seus avanços no digital, que procurou chegar aos clientes e consumidores com as melhores marcas e produtos. “Durante 2020 assistimos a uma aceleração significativa nas vendas digitais, destacando-se o lançamento do Club Softys no Chile e Brasil e, recentemente no Peru, que impulsionou os nossos canais de comércio eletrônico, com um aumento de 128% em relação a 2019 nas vendas diretas aos consumidores”, afirmou Gonzalo.

 

Metas ambientais

Em 2020 a Softys também tornou público os seus objetivos ambientais, que estão alinhados com os compromissos sustentáveis das Empresas CMPC: reduzir a utilização de água industrial em 40% até 2025; ser uma empresa com zero resíduos industriais para aterro até 2025; e reduzir as emissões de gases com efeito estufa em 50%, âmbitos 1 e 2, até 2030.  “Em 2020 conseguimos reduzir a utilização de água industrial nas nossas fábricas em 6,4% a nível regional, com reduções de mais de 20% nas fábricas do Chile. Em termos de resíduos, ainda temos um tremendo desafio, mas a certificação “Zero Resíduos” obtida para as nossas duas fábricas na Colômbia é digna de nota, onde a recuperação ultrapassou os 96%, ganhando-lhes o Selo Ouro de Certificação ICONTEC”, disse o executivo.

No Brasil, existem três iniciativas nas fábricas que foram iniciadas em 2020 com o propósito de cuidar do meio ambiente. Dois projetos são de modernização do tratamento de efluentes nas estações de Caieiras e Mogi das Cruzes, que serão concluídos em 2022. O terceiro projeto é a mudança do sistema de gestão energética, concluído há alguns meses com a compra de uma nova caldeira de biomassa, substituindo a utilização do gás natural por combustíveis renováveis. Isto reduz a utilização de combustíveis fósseis em 20%. Além disso, a utilização de água nos processos industriais brasileiros diminuiu 12% em 2020 em relação a 2019.